quarta-feira, 16 de maio de 2007

A poluição e a desflorestação


Mariana


Introdução

Com este trabalho pretendemos alertar-vos dos perigos que o planeta corre devido á poluição. No nosso trabalho vamos mostrar-vos quais são os tipos de poluição e os seus perigos. Os tipos de poluição que iremos falar são:
-Poluição Atmosférica
-Poluição Ambiental
-Poluição Sonora
-Poluição das Aguas
-Poluição Luminosa
-Poluição das Florestas
Também iremos falar da destruição do Ambiente que é causada por:
-Chuvas Ácidas
-Desflorestação



Principais Tipos de Poluição Existentes
Poluição da água ou aquática ou hídrica
Poluição do ar ou atmosférica
Poluição do solo
Poluição sonora
Poluição visual
Poluição luminosa
Poluição radioactiva

Poluição térmica



O QUE É A DESFLORESTAÇÃO?
A desflorestação é o resultado de uma intervenção sistemática e plurissecular do Homem no meio ambiente, visando a dominação da natureza.
A desflorestação do nosso pais, iniciou-se no Neolítico, à cerca de 7500-8000 anos, com o invenção da agricultura e a domesticação de animais.
CAUSAS
Nos países em vias de desenvolvimento a principal causa da desflorestação é a sobreexploração das matérias primas provenientes da floresta particularmente,a própria madeira. Estes países não têm muitas alternativas, recorrem aos recursos naturais para sobreviverem.
Nos países desenvolvidos as principais causas são:
desenvolvimento industrial e urbano,
crescimento turístico,
aumento da superfície cultivada,
construção de infra-estruturas.


AS CAUSAS DA DESFLORESTAÇÃO

Nos países em desenvolvimento a principal causa da desflorestação é a sobreexploração das matérias primas provenientes da floresta.

CAUSAS DA DESFLORESTAÇÃO






 Nos países em vias de desenvolvimento, a principal causa de desflorestação é a sobreexploração das matérias-primas provenientes da floresta, particularmente, a própria madeira, uma vez que estes países têm poucas alternativas ao uso desses recursos naturais para desenvolverem as suas economias.
 Nos Estados Unidos da América, a desflorestação é causada principalmente pelo desenvolvimento comercial e industrial. Estima-se que, até 2040, os EUA irão perder cerca de 11 milhões de hectares causados pelo desenvolvimento urbano.
 Na América Latina, o fracasso das leis governamentais foi a causa directa da desflorestação durante os anos 80. Por exemplo, só na bacia da Amazónia foram destruídos, anualmente, 4 milhões de hectares de floresta para uso agrícola, mesmo sabendo que cerca de 94% do solo era impróprio para a agricultura. Situações semelhantes dão-se noutros países tropicais da América Central e do Sul.
 Na Ásia a desflorestação aumentou de 2 para 4.7 milhões de hectares. A alta densidade populacional bem como a pobreza rural foram as principais causas de desflorestação, sendo 75% causada apenas para obtenção de terrenos agrícolas.
 Em África, o assustador crescimento populacional está a contribuir não só para a deteorização do ambiente em todo o continente, mas também para o abate intenso de árvores de modo a criar terrenos para a agricultura. Durante os anos 80, África continha 660 milhões de hectares de floresta, perdendo, anualmente, 3.3 milhões de hectares. Apenas 91 mil hectares



foram reflorestados, por ano, uma pequena porção comparando com a perda sofrida.









As consequências da desflorestação não se resumem ao enfraquecimento da relação simbiótica entre a vida animal e vegetal . A diminuição da biodiversidade é outro dos efeitos da destruição dos espaços florestais . A intervenção humana pode causar rapidamente a destruição das florestas . O corte de várias áreas de florestas tropicais reduz a quantidade de oxigénio. Outro grave problema é o aumento dos desertos - desertificação como é exemplo a região do Sahel (as margens meridionais do deserto do Sara).



Pedro


AS CONSEQUÊNCIAS DA DESFLORESTAÇÃO
As consequências da desflorestação não se resumem ao enfraquecimento da relação simbiótica entre a vida animal e vegetal . A diminuição da biodiversidade é outro dos efeitos da destruição dos espaços florestais . A intervenção humana pode causar rapidamente a destruição das florestas . O corte de várias áreas de florestas tropicais reduz a quantidade de oxigénio. Outro grave problema é o aumento dos desertos - desertificação como é exemplo a região do Sahel (as margens meridionais do deserto do Sara).
As consequências da desflorestação não se dão só através do enfraquecimento da relação simbiótica entre a vida animal e a vegetal, mas também através do aquecimento global do planeta, da diminuição da biodiversidade e outros factores que provocam a destruição dos espaços florestais.

A desertificação das florestas tropicais tem sido um assunto muito abordado devido à grande perda de várias espécies de plantas e animais e também porque ocupam uma pequena percentagem da superfície da Terra (7%), e nesse pequeno espaço podemos encontrar variadas espécies, muitas ainda não identificadas. A perda de muitas áreas de floresta tropical reduz a quantidade de CO2 que é reciclado para a atmosfera. Devido a este acontecimento as actividades humanas estão associar-se para aumentarem a acumulação de gases captadores de calor, e para, além disso, há exploração das florestas o que leva, em muitos casos, à expansão de zonas urbanas e dos desertos áridos e erodidos - também modificará a superfície terrestre e o clima.


ESTRATÉGIAS PARA COMBATER A DESFLORESTAÇÃO

·  Desvastar em igual proporção ao crescimento;
·  Conservar as plantas e animais das florestas tropicais, através da protecção dos seus habitats;
·  Investir na reflorestação de modo a criar novas fontes de madeira e reabilitar as áreas florestais degradadas.


A destruição das florestas tropicais tem-se tornado um assunto de particular preocupação devido à potencial perda de várias espécies de plantas e animais, que habitam as florestas tropicais de todo o mundo. Embora estas florestas cubram apenas 7% da Terra, elas contêm, pelo menos, metade das espécies de animais e plantas, muitas das quais ainda nem sequer foram identificadas.
A desflorestação em larga escala contribui ainda para a emissão de CO2 para a atmosfera (cerca de 10 a 30% por ano). Este é um dos principais gases de estufa envolvido no aquecimento global do planeta. Por outro lado, as florestas em crescimento removem o CO2 da atmosfera, fixando-o nas árvores e no solo. Por exemplo, as vastas áreas florestais da Sibéria, que cobrem uma área do tamanho dos EUA, contêm cerca de metade do CO2, relativamente à floresta amazónica.
O corte de várias áreas de floresta tropical reduz a quantidade de CO2 que é reciclado para a atmosfera. Assim, inadvertidamente, as actividades humanas estão a associar-se para aumentar a acumulação de gases captadores de calor. Para além disso, a destruição de florestas – que leva, em muitos casos, à expansão de zonas urbanas e de desertos áridos e erodidos – também modifica a superfície terrestre, e assim afecta o clima ao alterar as quantidades de energia solar que são absorvidas e reflectidas.

SOLUÇÕES PARA COMBATER A DESFLORESTAÇÃO
Apesar de existir uma cada vez maior consciencialização pública do impacte da desflorestação, esta não sofreu ainda o abrandamento necessário de forma a ser possível manter um controlo eficaz de recursos florestais e de outros problemas adjacentes. Todavia, só com uma gestão mais eficiente e controlada das florestas por parte das autoridades nacionais e internacionais e com legislação protectora, é possível diminuir a desflorestação.


As soluções para combater a desflorestação incluem, por exemplo: devastar em igual proporção ao crescimento; conservar as plantas e animais das florestas tropicais, através da protecção dos habitats; investir na reflorestação de modo a criar novas fontes de madeira e reabilitar as áreas florestais degradadas.




SOLUÇÕES
- Reflorestar,
- Conservar e fiscalizar as áreas florestais,
- - Reciclar o papel,




João




Poluição


Poluição causada por desastre ecológico devido a derramamento de crude.
A poluição pode ser considerada a libertação de elementos, radiações, vibrações, ruídos e substâncias ou agentes contaminantes em um ambiente, prejudicando os ecossistemas biológicos ou os seres humanos.
Produtos
Mesmo produtos relativamente benignos da actividade humana podem ser considerados poluentes, se eles precipitarem efeitos negativos posteriormente. Os óxidos de azoto (Óxidos de azoto) produzidos pela indústria, por exemplo, são frequentemente citados como poluidores, embora a própria substância não seja prejudicial. Na verdade, é a energia solar (luz do Sol) que converte esses compostos em substâncias poluentes.
Muitas vezes, depende-se do contexto para classificar um fenómeno como poluição ou não. Surtos descontrolados de algas e a resultante asfixia de lagos e baías são considerados poluição quando são alimentados por nutrientes vindos de dejectos industriais, agrícolas ou residenciais.



Os problemas de poluição global, como o efeito estufa, a diminuição da camada de ozono, as chuvas ácidas, a perda da biodiversidade, os dejectos lançados em rios e mares, entre outros, nem sempre são observados, medidos ou mesmo sentidos pela população.
A explicação para toda essa dificuldade reside no fato de se tratar de uma poluição cumulativa, cujos efeitos só são sentidos a longo prazo. Apesar disso, esses problemas têm merecido atenção especial no mundo inteiro.
Efeito estufa
A Terra recebe uma quantidade de radiação solar que, em sua maior parte (91%), é absorvida pela atmosfera terrestre, sendo o restante (9%) reflectido para o espaço. A concentração de gás carbónico oriunda, principalmente, da queima de combustíveis fósseis, dificulta ou diminui o percentual de radiação que a Terra deve reflectir para o espaço. O calor não sendo irradiado ao espaço provoca o aumento da temperatura média da superfície terrestre.
Aquecimento global
Devido à poluição atmosférica e seus efeitos, muitos cientistas apontam que o aquecimento global do planeta a médio e longo prazo pode ter carácter irreversível e, por isso, desde já devem ser adoptadas medidas para diminuir as emissões dos gases que provocam esse aquecimento. Outros cientistas, no entanto, admitem o aumento do teor do gás carbónico na atmosfera, mas lembram que grande parte desse gás tem origem na concentração de vapor de água, o que não depende das actividades humanas. Essa controvérsia acaba adiando a tomada de decisão para a adopção de uma política que diminua os efeitos do aumento da temperatura média da Terra. O carbono presente na atmosfera garante uma das condições básicas para a existência de vida no planeta: a temperatura. A Terra é aquecida pelas radiações infravermelhas emitidas pelo Sol até uma temperatura de -27oC. Essas radiações chegam à superfície e são reflectidas para o espaço. O carbono forma uma redoma protectora que aprisiona parte dessas radiações infravermelhas e as reflecte novamente para a superfície. Isso produz um aumento de 43oC na temperatura média do planeta, mantendo-a em torno dos 16oC. Sem o carbono na atmosfera a superfície seria coberta de gelo. O excesso de carbono, no entanto, tenderia a aprisionar mais radiações infravermelhas, produzindo o chamado efeito estufa: a elevação da temperatura média a ponto de reduzir ou até acabar com as calotes de gelo que cobrem os pólos. Os cientistas ainda não estão de acordo se o efeito estufa já está ocorrendo, mas preocupam-se com o aumento do dióxido de carbono na atmosfera a um ritmo médio de 1% ao ano. A queima da cobertura vegetal nos países subdesenvolvidos é responsável por 25% desse aumento. A maior fonte, no entanto, é a queima de combustíveis fósseis, como o petróleo, principalmente nos países desenvolvidos.
Elevação da temperatura
A elevação da temperatura terrestre entre 2 e 5 graus Celsius, presume-se, provocará mudanças nas condições climáticas. Em função disto, o efeito estufa poderá acarretar aumento do nível do mar, inundações das áreas litorais e desertificação de algumas regiões, comprometendo as terras agricultáveis e, consequentemente, a produção de alimentos.

Países emissores de gases do efeito de estufa
1. Estados Unidos 45,8%
2. China 11,9 %
3. Indonésia 7,4%
4. Brasil 5,4 %
5. Rússia 4,8%
6. Índia 4,5%
7. Japão 3,1%
8. Alemanha 2,5 %
9. Malásia 2,1%
10. Canadá 1,8%
O Brasil ocupa o 16º lugar entre os países que mais emitem gás carbónico para gerar energia. Mas se forem considerados também os gases do efeito estufa liberados pelas queimadas e pela agropecuária, o país é o quarto maior poluidor (em % das emissões totais de gases do efeito estufa).
A poluição e a diminuição da camada de ozono


Francisco

Água poluída
A camada de ozono é uma região existente na atmosfera que filtra a radiação ultravioleta provinda do Sol. Devido processo de filtragem, os organismos da superfície terrestre ficam protegidos das radiações.
A ozonosfera, localiza-se na estratosfera e é formada pelo gás ozono, que é constituído de moléculas de oxigénio que sofrem uma modificação a partir da radiação ultravioleta que penetra na atmosfera.
A exposição à radiação ultravioleta afecta o sistema imunológico, causa cataratas e aumenta a incidência de cancro de pele nos seres humanos, além de atingir outras espécies.
A diminuição da camada de ozono está ocorrendo devido ao aumento da concentração dos gases CFC (cloro-flúor-carbono) presentes no aerossol, em fluidos de refrigeração que poluem as camadas superiores da atmosfera atingindo a estratosfera.
O cloro liberado pela radiação ultravioleta forma o cloro atómico, que reage ao entrar em contacto com o ozono, transformando-se em monóxido de cloro. A reacção reduz o ozono atmosférico aumentando a penetração das radiações ultravioletas.
Consequências económicas
As consequências económicas e ecológicas da diminuição da camada de ozono, além de causar o aumento da incidência do cancro de pele, podem gerar o desaparecimento de espécies animais e vegetais e causar mutações genéticas. Mesmo havendo incertezas sobre a magnitude desse fenómeno, em 1984 foi assinado um acordo internacional para diminuir as fontes geradoras do problema (Protocolo de Montreal).
Protocolo de Montreal


O Canal de Lachine em Montreal (Canadá), encontra-se poluído.
No Protocolo de Montreal, 27 países signatários se comprometeram a reduzir ou eliminar o consumo de CFC até ao ano 2000, o que, até hoje, ainda não aconteceu na proporção desejada, apesar de já haver tecnologia disponível para substituir os gases presentes nos aerossóis, em fluidos de refrigeração e nos solventes.


CHUVAS ÁCIDAS


As chuvas ácidas são um sério problema de agressão ao meio ambiente, são gotas de água que podem ser chuva ou neblina carregadas de ácido nítrico e sulfúrico. Esses ácidos são resultados de reacções químicas que correm na atmosfera a partir da presença do enxofre. O enxofre, por sua vez, é emitido para a atmosfera pelas indústrias, pela queima de carvão, pelos veículos, etc. Ela pode manifestar-se tanto no local de origem, como a centenas de quilómetros de distância.

A acção corrosiva do ácido é impiedosa, provoca acidificação do solo, prejudicando as plantas e animais, a vida dos rios e florestas. Da mesma forma as edificações presentes na área são afectadas, o excesso de azoto lançado pela chuva ácida em determinados lagos também pode causar crescimento excessivo de algas, e consequentemente perda de oxigénio, provocando um significativo empobrecimento da vida aquática.



No Brasil, durante muito tempo e até recentemente, a maior e mais famosa região industrial poluidora do meio ambiente era Cubatão. Todos os tipos imagináveis de poluição e de agressão ao meio ambiente podiam ser encontrados nesse enorme complexo industrial, que apresenta uma grande siderúrgica (Cosipa) e uma refinaria de petróleo (Presidente Bernardes), além de inúmeras indústrias químicas (fertilizantes, sabão, etc). Poluindo atmosfera, chuva ácida, chuva química, poluição dos rios, destruição da vegetação da Serra do Mar, população afectada com problemas respiratórios, abortos e crianças nascendo sem cérebro foram alguns dos problemas ambientais que deram fama a Cubatão como uma das cidades mais poluídas do mundo.



No mundo as chuvas e neblinas carregadas de ácidos são responsáveis pelo "desgastes" de esculturas de mármore, como ocorre em Atenas e em todos os grandes centros poluídos por automóveis e fábricas do mundo.
Na Europa esse problema é muito grave, pela antiguidade das obras expostas a céu aberto. É o chamado Câncer de Pedra, que faz com que seja necessário recolher essas obras de arte, substituí-las por réplicas e somente expô-las em ambientes fechados. Infelizmente, muitas obras de arte e monumentos antigos, já se acham completamente destruídos pela corrosão provocada pelas chuvas ácidas.


As chuvas ácidas também tem provocado a destruição completa da flora e da fauna aquática de numerosos lagos nos Estados unidos, no Canadá e na Suécia, também as florestas, como a Floresta Negra na Alemanha, vêm sofrendo os efeitos dessa poluição. Floresta Negra é o nome dado a floresta de pinheiros típicas do Sul da Alemanha. O controle da chuva ácida tem de ser feito como o emprego de combustíveis de baixo teor de enxofre, com a instalação de sistemas de tratamento de emissões gasosas nas indústrias e nos veículos com motor de explosão.




A ingestão de água potável acidificada, por longos períodos , pode causar a doença de Parkinson e de Alzheimer, a hipertensão, problemas renais e principalmente em crianças, danos ao cérebro. Estima-se que nos Estados Unidos a chuva ácida é a terceira maior causa de doenças pulmonares.
Continuando no ritmo de poluição do ar, nos próximos 30 a 40 anos a chuva ácida causará maiores alterações na química dos solos do que as florestas tropicais poderiam suportar.


Pedro

Poluição do Solo
A poluição do solo é causada pelos lixos que as pessoas deixam no chão da sua casa, da sua rua, do jardim da sua cidade, do pinhal ou das matas quando fazem um piquenique… da berma das estradas quando vão de carro e atiram lixo pela janela… e também nas praias, quando, no final de um agradável dia de Verão passado à beira-mar, regressam às suas casas mas deixaram os restos e os lixos na areia.

Mariana

Poluição da Água
A água pode ser contaminada de muitas maneiras:

- pela acumulação de lixos e detritos junto de fontes, poços e cursos de água;

- pelos esgotos domésticos que aldeias, vilas e cidades lançam nos rios ou nos mares;
- pelos resíduos tóxicos que algumas fábricas lançam nos rios;


- pelos produtos químicos que os agricultores utilizam para combater as doenças das suas plantas, e que as águas das chuvas arrastam para os rios e para os lençóis de água existentes no subsolo;
- pela lavagem clandestina, ou seja, não autorizada, de barcos no alto mar, que largam combustível;
- pelos resíduos nucleares radioactivos, depositados no fundo do mar;
- pelos naufrágios dos petroleiros, ou seja, acidentes que causam o derrame de milhares de toneladas de petróleo, sujando as águas e a costa e matam toda a vida marinha – as chamadas marés negras.


Poluição do Ar
Existem diferentes causas de contaminação do ar:
- o fumo que sai pelas chaminés das fábricas;

- o fumo que sai pelos tubos de escape dos meios de transporte;
- a incineração dos lixos a céu aberto ( quer dizer, queimar lixos);
- o uso, em demasia, de insecticidas e outros sprays (desodorizantes, desinfectantes do ambiente, etc);

A poluição do ar pode fazer com que o ar que tu respires te torne doente. Quando respiras ar poluído com frequência, as partículas presentes podem depositar- -se nos teus pulmões. A poluição do ar pode provocar dor de cabeça ou irritar a tua garganta e pode também fazer os teus olhos lacrimejarem e irritá-los.
A poluição do ar causa prejuízo às plantações e os animais também podem ficar doentes por causa dela.

Joao

Poluição Sonora
Vivemos rodeados de sons: pessoas que falam, máquinas e electrodomésticos que trabalham, a música de uma discoteca, automóveis que passam, crianças que brincam…
O aumento de ruídos no ambiente que nos rodeia provocou uma nova forma de poluição – a poluição sonora.
O barulho dos aviões que passam no ar.

O funcionamento de motos, automóveis, e outros veículos.

O ruído forte e incomodativo das perfuradoras mecânicas.

Francisco

Poluição Luminosa
A poluição luminosa é provocada pelo desperdício de luz nocturna.
À noite, numa cidade, o céu fica menos estrelado do que numa aldeia.
Isso deve-se à iluminação artificial, muitas vezes utilizada de forma incorrecta e que gera uma outra forma de poluição - a poluição luminosa.
Em locais com muita luz nocturna, o céu fica coberto por uma enorme bolha luminosa, que nos impede de ver nitidamente as estrelas, luz essa tão forte que nos magoa a vista e nos faz ficar por vezes com dor de cabeça.



Há pessoas, que nas cidades, têm dificuldade em dormir porque uma grande quantidade de luz da rua ou do jardim do vizinho, lhes entra pela janela do quarto e se torna incomodativa.

Mariana


Conclusão

Com este trabalho tivemos objectivo de vos mostrar os perigos dos tipos de poluição e a destruição do ambiente. Esperemos que tenham gostado do nosso trabalho sobre os tipos de poluição e a destruição do ambiente vos alertem para não poluírem o nosso lindo planeta.




Bibliografia



http://aprenderbrincando.no.sapo.pt/tipos_de_poluicao.htm

http://pt.wikipedia.org/wiki/Polui%C3%A7%C3%A3o

http://educar.sc.usp.br/licenciatura/2003/poluentes/tiposdepoluicao.html

http://fortran.dec.uc.pt/~carinarr/desflorestacao.html

http://oal.ul.pt/oobservatorio/vol3/n6/vol3n6_6.html

http://paginas.terra.com.br/lazer/staruck/chuvacidas.htm

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